VAC 2013

VAC 2013 – Sétima Edição

O VAC 2013 mantém as áreas de teatro, dança, música, artes visuais, cinema, literatura, moda, gastronomia e arquitetura, e inaugura um projeto de aproximação do artista com o público, que será realizado em diversos formatos. Na área das artes visuais, teremos o Circuito de Ateliês, com a perspectiva de um encontro do público com o artista em seu local de trabalho. O espaço Mari’Stella Tristão / Palácio das Artes será transformado em um ateliê permanente, tendo como foco técnicas do bordado e áreas afins, contando com a presença de artistas plásticos trabalhando no espaço em tempo integral. O objetivo é instalar um work in progress ao qual o público terá acesso, numa relação de troca com os artistas em seu processo de trabalho.

Nesta mesma perspectiva, nas áreas de literatura e teatro, acontecerá a mostra Janela de Dramaturgia, que promoverá encontros com os novos dramaturgos de BH. Também na área do teatro, o fórum “Sobre Rupturas e Separações”, pretende instalar um diálogo entre a reflexão cênica “A arte de varrer para baixo do tapete” e o debate entre público, artistas e professores doutores da UFMG. Na área da arquitetura, será realizado um seminário envolvendo arquitetos, advogados, políticos e filósofos. No evento estes profissionais irão divulgar, debater e incentivar novas formas de atuação no âmbito da arquitetura e do urbanismo. Para a gastronomia foi pensado um encontro inusitado no qual Chefs renomados da cidade, integrantes do coletivo Viva Mesa e os Chefs do Restaurante Popular irão interferir no cardápio regular deste local promovendo novas combinações culinárias, valorizando ingredientes e sabores.

Será mantido no VAC 2013 o Circuito de Museus, inaugurado na edição de 2012, divulgando endereços, horários e locais destas instituições da capital e do interior de Minas Gerais, estimulando o público a um encontro com a cultura e arte do estado e do Brasil. A partir do bom resultado desta experiência, na área da literatura será inaugurado o Circuito de Livrarias com quatro estabelecimentos de Belo Horizonte participantes. No período do VAC, estas livrarias irão promover lançamentos de livros com a presença de escritores, além de outras atividades literárias, como encontros com contadores de histórias, abrindo espaço para uma relação direta do artista com o público.

A sétima edição do VAC, acontecerá entre os dias 11 de janeiro e 03 de fevereiro de 2013 com uma programação que ocupará mais de 29 espaços culturais da cidade, com 43 atrações de Belo Horizonte e convidados de outras localidades do país e do exterior. VÁ E VEJA!

VAC 2012

VAC 2012 – Sexta Edição

Compreender o nosso tempo através de um recorte cultural que respeite as diversidades expressivas e abra espaço pra novos formatos na criação artística. Com este objetivo, a cada edição o VAC amplia as áreas de criação e abre espaço para novos artistas e pensadores.

O VAC 2012 mantém as áreas de teatro, dança, música, artes visuais, cinema, literatura, moda, gastronomia e ecologia e incluiu em sua programação a área da Arquitetura, com um foco sobre a cidade. A arte das ruas será uma referência na abertura do Evento, se manifestando na música, na moda, nos vídeos e na intervenção plástica.

Dando continuidade à proposta musical iniciada no ano de 2011, vamos manter a série dos Clássicos Contemporâneos, dando um enfoque no VAC 2012 ao compositor alemão, Johann Sebastian Bach. A presença de Bach (sec. XVIII) no VAC vem de encontro à reflexão do filósofo Giorgio Agamben sobre o que significa ser contemporâneo: “Pertence verdadeiramente ao seu tempo, é verdadeiramente contemporâneo, aquele que não coincide perfeitamente com este, nem está adequado às suas pretensões e é, portanto, nesse sentido, inatual; mas, exatamente por isso, exatamente através desse deslocamento e desse anacronismo, ele é capaz, mais do que os outros, de perceber e apreender o seu tempo.”

Isto não quer dizer que o contemporâneo vive num outro tempo.

“A contemporaneidade, portanto, é uma singular relação com o próprio tempo, que adere a este e, ao mesmo tempo, dele toma distâncias...”

Dentro desta perspectiva, O VAC 2012 também instaurou um Circuito de Museus, divulgando endereços, horários e estimulando o público para um encontro com a história, a cultura e as artes.

Outra novidade desse VAC, na área da literatura seraá o seminário “As bruxas estão soltas”, reunindo artistas e pensadoras de Belo Horizonte, São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro. O objetivo é refletir sobre questões da atualidade através de exibições de vídeos, palestras e mesa redonda.

A sexta edição do VAC começa no dia 13 de janeiro e termina no dia 12 de fevereiro de 2012, com uma ampla programação que ocupará 24 espaços culturais com apresentações de mais de 45 grupos ou artistas de Belo Horizonte, e convidados de outros estados do Brasil.

VAC 2011

VAC 2011 – Quinta Edição

Compreender o nosso tempo através de um recorte cultural que respeite as diversidades expressivas e abra espaço para novos formatos na criação artística. Nosso objetivo é atender à demanda da produção cultural de Belo Horizonte e a diversidade de linguagens, reunindo artistas e pensadores, das áreas de teatro, dança, música, artes visuais, cinema, literatura, moda, gastronomia e ecologia.

Nesta quinta edição, que acontecerá entre os dias 15 de janeiro e 20 de fevereiro de 2011, Belo Horizonte terá uma programação que ocupará 24 espaços culturais com apresentações de mais de 42 grupos ou artistas. Confirmando a expansão deste projeto promissor integra o VAC (2011) a área da ecologia, como novidade desta 5a edição.

VAC 2010

VAC 2010 – Quarta Edição

O Verão Arte Contemporânea (VAC), idealizado e realizado pelo Grupo Oficcina Multimédia, em parceria com a produtora Mercado Moderno, chega em 2010 a sua quarta edição. Entre os dias 9 de janeiro e 10 de fevereiro de 2010, 63 atrações se apresentam em espaços públicos e culturais de diversas regiões de Belo Horizonte. A principal novidade dessa edição é a maior diversidade de linguagens artísticas, com a abertura para novos formatos como ações nas áreas de gastronomia e literatura.

Com o objetivo de reforçar a identidade cultural de Belo Horizonte, o Verão Arte Contemporânea mais uma vez inclui na sua programação trabalhos de pesquisa e propostas autorais que priorizam a busca de raízes brasileiras e o pensamento criativo contemporâneo. Além disso, o evento mantém o caráter de renovação, uma vez que prioriza artistas de Minas com produções recentes e pouco apresentados.

Para alcançar um público cada vez maior, o Verão Arte Contemporânea promove a descentralização da produção artística e, além da área central de Belo Horizonte, a programação ocupará vários galpões culturais localizados em bairros afastados do centro, como Horto e Serrano.

As atividades culturais no período do verão promovidas pelo VAC, colaboram para a construção de um novo perfil turístico da cidade de Belo Horizonte. O amplo painel de informações disponíveis na programação do VAC colocam a produção artística mineira como uma atração de qualidade mostrando o que há de melhor e mais atual na arte contemporânea.

VAC 2009

VAC 2009 – Terceira Edição

Após o sucesso da segunda edição deste evento, o Verão 2009 ampliou muito seu quadro de artistas participantes e parcerias com a cidade. Em 2009, Belo Horizonte terá uma programação que ocupará diversos espaços culturais como o Teatro Francisco Nunes, Teatro Marília, Teatro Invertido, Grande Teatro do Palácio das Artes, Centro Cultural da UFMG, Fundação de Educação Artística, Galpão Cine Horto, Zap 18, Caixa Clara, Espaço Odeon, Espaço Ambiente, Usiminas Belas Artes Cinema, Museu de Arte da Pampulha, sala Humberto Mauro, a Obra bar dançante, somando um grande número de artistas mineiros que estarão em cartaz no meses de janeiro e fevereiro de 2009.

Para a 3ª edição do Verão 2009, ampliamos também o quadro de artistas participantes, e contaremos com artistas de outros estados:

1 - São Paulo - Paulo Beto (compositor e DJ), Rubens Espírito Santo (Artista plástico que vai lançar um livro naabertura do evento - ele já expôs na Pinacoteca do Estado de S. Paulo), além da exibição de um vídeo com desfile do estilista Jun Nakao (onde as modelos rasgam a roupa no final) - e o músico mineiro, residente em São Paulo, Marku Ribas.

2 - Rio de Janeiro - Grupo Chelpa Ferro que entra na parceria do MAP com uma exposição na área das Artes Plásticas.

3 - Bahia - com o artista plástico e precursor do cinema de animação no Brasil, Francisco Liberato e Alba Liberato- além do coletivo de intervenção urbana Gia.

Fiéis à proposta de sempre promover um atrativo cultural diferenciado a cada produção do Verão, em 2009 estamos propondo uma reflexão sobre Arte na Moda e Moda na Arte. Com este objetivo, instituímos o espaço da Passarela Aberta, voltado para leigos e interessados em desfilar suas roupas criadas dentro de um conceito de quebra de fronteiras entre a moda e as artes plásticas. Já confirmamos a disponibilidade de vídeos do estilista mineiro Ronaldo Fraga e do paulista Jun Nakao, que serão exibidos na abertura do evento.

Alguns espetáculos terão entrada franca, outros terão ingressos vendidos a preços populares. A partir destas iniciativas temos uma estimativa de atingir um público de aproximadamente e 20.000 pessoas de acordo com as capacidade dos teatros e espaços culturais envolvidos, além de 50 grupos e artistas convidados.

O Verão Arte Contemporânea 2009 é voltado para um público eclético pois envolve atividades em espaços abertos e fechados compreendendo:

Rua: Onde o público terá acesso a exibições de filmes e música popular Cinema com o projeto do espaço Filmes de Quintal, e Duelo de MC's.

Galpões: Odeon, Caixa Clara, Centro Cultural da UFMG - Espaço Ambiente - Auditório do Museu de Arte da Pampulha-para apresentações de dança e de espetáculos teatrais experimentais.

Teatros Convencionais: Francisco Nunes, Marilia, Palácio das Artes, Galpão Cine Horto, Fundação de Educação Artística-para dança, teatro e música popular e erudita.

Cinemas: CineHumberto Mauro e Usiminas Belas Artes - espaço Filmes de Quintal com atividades realizadas pelo CineclubeSubterrâneo.

Galerias: Museu de Arte da Pampulha

Bar Dançante: A Obra - com shows musicais

VAC 2008

VAC 2008 – Segunda Edição

Na segunda edição, que aconteceu do dia 22 de janeiro a 02 de março de 2008, demos continuidade à quebra de fronteiras entre as linguagens artísticas, às propostas de reflexão política e ao investimento na busca de raízes, apostando na liberdade de linguagens estéticas comprometidas com a complexidade do mundo atual.

Belo Horizonte teve uma programação que ocupou 13 espaços culturais como o Teatro Francisco Nunes, Teatro Marília, Grande Teatro do Palácio da Artes, Casa do Conde, Centro Cultural da UFMG, Fundação de Educação Artística, Galpão Cine Horto, Zap 18, Caixa Clara, Espaço Odeon, Espaço Ambiente e Galpão do Valores de Minas.

Além disso houve performances na área das Artes Plásticas interagindo com o Parque Municipal e exibição de vídeos tendo como temática a comemoração dos 60 anos da proclamação dos Direitos Humanos, 40 anos de maio de 68 e do AI5 e também um recorte da produção de vídeos mineiros que vêm se destacando na atualidade.

VAC 2007

VAC 2007 - Origem

Em outubro de 2006 o G.O.M apresentou uma proposta de ocupação para o Teatro Francisco Nunes que gerasse a possibilidade de ampliar o enfoque de uma apresentação de espetáculo que não se encerrasse em si mesmo. Queríamos fazer ressoar o trabalho de criação, expandindo-o para outras propostas criativas e instalar um olhar de reflexão e análise sobre a arte nos dias de hoje, suas causas e conseqüências. Nesta mesma época, nós nos deparamos com artistas da área da dança (Rui Moreira e Keyla Monadjemi, produtora da Mercado Moderno) que se propunham também a criar um novo formato para a área cultural no período das férias em Belo Horizonte. A partir deste encontro resolvemos juntar forças e formatar e realizar um projeto piloto que, uma vez confirmada a sua importância, pudesse abrir espaço para a criação de um possível Festival de Verão que ocuparia os teatros públicos e espaços alternativos nos meses de janeiro e fevereiro dos próximos anos. O Verão Arte Contemporânea se definiu então pela quebra de fronteiras entre linguagens artísticas e abriga novos formatos de criação, integrou propostas de reflexão política e de investimento na busca de raízes, apostando na liberdade de uma linguagem estética comprometida com a complexidade do mundo atual. O objetivo do evento é compreender o nosso tempo através de um recorte cultural que respeite as diversidades expressivas abrindo novos formatos na criação artística atendendo a uma demanda de novas produções artísticas em Belo Horizonte, envolvendo Teatro, Dança, Música e Artes Visuais.

O Verão Arte Contemporânea 2007 comprovou sua excelência respondendo integralmente às nossas perspectivas iniciais.

Em 2008, repetimos e aprimoramos a segunda edição, ampliando o número de espaços e de grupos envolvidos com o projeto e confirmando a resposta positiva do público e da mídia local.

Em 2009, elaboramos um projeto que reforçaria os princípios norteadores do evento promovendo melhoras e corrigindo falhas, mas mantendo a coerência com o risco e a inclusão de novas propostas. Ao propormos a continuidade deste evento para o ano de 2010, estamos confirmando nossa credibilidade num evento que a cada edição, vem não só resgatando culturalmente a própria função da arte na comunidade, como também, abrindo espaço para um futuro intercâmbio entre criadores de todo estado e do país. Acreditamos que o VAC cumpre também a função de incentivar a criação de eventos similares em outras cidades do nosso Estado, como vem ocorrendo com os diversos Festivais de Inverno de Minas Gerais.

O Verão Arte Contemporânea 2006 em sua primeira edição reuniu teatro, dança, música e artes visuais. O festival, idealizado por Ione de Medeiros (Oficcina Multimédia), Keyla Monadjemi (Mercado Moderno) e Rui Moreira com a realização do Grupo Oficcina Multimédia e co-realização da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, contou com uma vasta programação em diferentes espaços da cidade. O festival, que foca a quebra de fronteiras entre linguagens artísticas e abriga novos formatos de criação, integrou propostas de reflexão política e de investimento na busca de raízes, apostando na liberdade de uma linguagem estética comprometida com a complexidade do mundo atual. O objetivo do evento foi compreender o nosso tempo através de um recorte cultural que respeitasse as diversidades expressivas abrindo novos formatos na criação artística atendendo a uma demanda de novas produções artísticas em Belo Horizonte, envolvendo Teatro, Dança, Música e Artes Visuais.